CIA e PT preocupados com direitos humanos

autor Galba Velloso

Postado em 14/05/2018 07:05:05 - 06:52:00


A notícia de que generais mandaram matar na ditadura tem influência nas eleições/José Cruz/Ag Brasil

A renúncia de um, como a leviandade dos outros ajudam a candidatura Jair Bolsonaro

Se você for capaz de acreditar no título acima, acreditará também que dois presidentes da República, disfarçados em generais, eram na verdade serial killers, que executaram seus planos sinistros pelo complicado processo de eliminar o instrumento de seus delitos, revogando o Ato Institucional N˚ 5, o que devolveu ao País a democracia e promovendo a Lei da Anistia, para evitar que à maneira da Argentina o Brasil continuasse se digladiando sobre o passado, em lugar de fazer o que os norte-americanos empreendedores adotam como procedimento, to look ahead to the future, olhar para frente e para o futuro.

 O PT é um câncer disfarçado em médico e através das suas incontáveis metástases espalha notícias dessa leviandade, que boa parte da mídia repercute sem maiores verificações, e às quais pseudointelectuais e pesquisadores de águas turvas logo emprestam um ar de credibilidade.

Não se cogitou sequer das razões pelas quais esta fake news surgiu exatamente quando a retirada de uma candidatura beneficiou aquela mais próxima dos princípios que o renunciante encarnava.

Mas tanto a renúncia de um, como a leviandade dos outros, os do PT, ajudam a candidatura Bolsonaro, caminho natural de quem não tem Joaquim Barbosa e agora se irrita mais com a agressão gratuita a dois Chefes de Governo, cuja correção pessoal e compromisso com a retirada dos militares da vida política, cria para o PT, partido de ladrões, a necessidade de inventar que houve alguém pior do que eles, petistas.

A audácia petista os está transformando em juízes de nós, o povo, quando na verdade eles não passam de réus, denunciados e investigados, que deviam fazer fila para recolhimento à Polícia Federal de Curitiba, em lugar de acorrerem à tentativa de inscrição como candidatos ao pleito deste ano.

A esquerda não é inteligente, maneira civilizada de apontar a estultice de que é possuída.

Serve permanentemente à direita, provocando-a em um jogo perigoso, sem ter cacife para pagar para ver e levando a situação sempre a um extremo em que a direita, com a paciência perdida, mostra quem tem a força e eventualmente a razão.

Os primeiros passos dados pela esquerda neste princípio de campanha eleitoral indicam que é impossível contemporizar ou adotar uma posição de centro, pois isto seria tucanar, ficar em cima do muro, atitude absolutamente insuficiente para deter com firmeza a nova investida dos ladrões de esquerda, que não arruinaram apenas a Petrobrás, mas a economia nacional e o presente dos brasileiros, a par de comprometer o futuro daqueles que ao deixarem as Universidades e outras escolas, encontrarão o mercado saturado por 14 milhões de desempregados.

O papel do PT não é o de juiz da vida nacional, o lugar dele é o judiciário e, com a sentença, a cadeia.

Suas provocações e a saída de Barbosa ajudam Bolsonaro.

No meio dessa geleia geral de matéria putrefata, o grito forte e as ações firmes tendem a prevalecer sobre as outras alternativas.

Os brasileiros não desejam os candidatos de sempre propondo novas leis ou comissões de estudo.

Querem alguém novo, que brade contra a esquerda, para extirpá-la, o mote de que ela mesma sempre se beneficiou:

“Eles não passarão!”


Tite cai na comemoração do gol de Philipe Coutinho e vira meme na internet
AO VIVO - II Congresso de Direito Eleitoral de Brasília
veja +
Bolsa Família atende 74.122 famílias do Distrito Federal em junho
Distrito Federal recebe R$ 28 milhões do salário-educação de maio
Aprovada reserva de vagas em universidades públicas para alunos bolsistas de escolas beneficentes
veja +