Generais dão respostas superficiais sobre intervenção no Rio

autor Misto Brasília

Postado em 27/02/2018 10:40:56 - 10:37:00


Na coletiva à imprensa, comando da intervenção foi superficial nas respostas/Divulgação

Primeira entrevista coletiva com o alto comando frustrou porque faltaram respostas objetivas

A primeira entrevista coletiva do comando de intervenção do Rio de Janeiro após dez dias anunciada, frustrou os jornalistas, porque a maioria das respostas às perguntas foram deixadas de lado. Não houve respostas como recursos para as ações e uma maior integração das forças policiais e outras autoridades envolvidas na questão da criminalidade.

Informou-se que as corregedorias serão “reforçadas” para combater a corrupção nas corporações policiais e que há um “gargalo” no setor operacional, como falta de viaturas e de pessoal. Não houve respostas de quando e como essas questões serão atacadas.

De uma forma geral, as afirmações dos generais foram razas, onde poucas perguntas puderam ser feitas e não houve direito a questionamento para quem teve a oportunidade de fazê-la. A maioria será respondida por e-mail, como disse o general de quatro estrelas Braga Netto, o interventor. O decreto da intervenção foi aprovado pelo Congresso na semana passada.

Participaram da entrevista o general Braga Netto, o chefe de Gabinete de Intervenção Federal, general Mauro Sinott, e o novo secretário de Segurança, general Richard Nunes.


Guga Kuerten diz que cortar dinheiro do esporte das crianças é ato de desespero
Forró e festa junina no gabinete do vice-presidente da Câmara
veja +
Comissão aprova criação de creches para filhos de agentes de segurança pública
Especialistas sugerem contratação de mais aprendizes pelo poder público
Aplicativo Sine Fácil ajuda 2,7 desempregados no Distrito Federal
veja +